Por: Redacção


O ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís Fonseca, exonerou esta segunda-feira  a administração da Empresa de Transportes Colectivo e Urbano de Luanda (TCUL). As exonerações acontecem numa altura em que mais de mil e 900 trabalhadores da transportadora  ameaçavam paralisar as actividades esta terça-feira, 28 de Novembro devido os dois meses de atraso salarial bem como o não pagamento dos subsídios de alimentação desde 2015.

 

Depois de tomarem o conhecimento sobre a exoneração da anterior administração, os trabalhadores da TCUL suspenderam a paralisação, esperando que a nova direcção resolva o problema vivido desde 2016.

 

Segundo o coordenador da comissão sindical dos trabalhadores da TCUL, Octávio Francisco, que falava à Angop, com a alteração dos órgãos de gestão da TCUL, o sindicato interpolou a greve devido a nomeação da nova direcção.

 

O sindicalista espera com da nova direcção uma  uma gestão transparente e participativa, que rentabilize a empresa.

 

Esta não seria a primeira greve decretada pelos trabalhadores da transportadora. Em 2015 cerca de dois mil funcionários tinha paralisado as actividades durante dois meses por causa dos nove meses sem subsídios. Reivindicações que só foram resolvidas no ano passado.

 

Constam também das reivindicações,  o não cumprimento dos turnos e das qualificações profissionais, incluindo avaliações e contagem de tempo para a reforma.

 

O sindicalista disse ainda que já fizeram  a apresentação do caderno reivindicativo à direcção da TCUL e ao Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS).