Com todo o volume de informação de que dispomos nos dias de hoje, em que o acesso ao conhecimento é cada vez mais profundo e abrangente, os jovens têm a possibilidade de avaliar por conta própria o que consideram benéfico ou não para o país no que se refere à economia, política, desporto e outras questões sociais.

Como angolanos que somos, é legítimo que queiramos sempre um país melhor para nós e para as gerações vindouras, e que em consequência disso estejamos dispostos, enquanto jovens, a ajudar na construção de uma Angola decente e justa para todos. Não obstante as críticas e sugestões que são sempre necessárias num processo contínuo de democratização, devemos ter em conta que o melhor de Angola são os angolanos, e que em consequência disso, se quisermos ter um país ainda melhor, devemos melhorar também e em primeiro lugar a nossa postura enquanto cidadãos.

A solidariedade, a generosidade e o compromisso, são uma óptima forma de começar a trilhar o tão sonhado caminho para a felicidade e o bem-estar de todos quantos somos. Vamos começar a agir em nosso favor, vamos praticar o desapego e ajudar na medida do possível os nossos irmãos que mais necessitam, vamos passar a manter contacto cada vez mais frequente com os lares de acolhimento e centros comunitários, e sempre que houver possibilidade, vamos promover a prática de actividades desportivas e outras de caris social em nossos bairros, ocupar a cabeça dos jovens com saraus, aulas de apoio, judo e outras modalidades populares por aqui, pois quando cada um ajudar naquilo que puder, e estiver disposto a partilhar aquilo que sabe com os demais, tendo sempre em conta que somos angolanos e em razão disso estamos condenados a sermos solidários uns com os outros independentemente de todas as questões que nos dividem, só assim a mudança será efetivada.