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Empresários denunciam que há no país uma rede organizada de piratas informáticos que prejudicam seus negócios

Mais de 500 mil angolanos acederam a sites piratas nos últimos seis meses. Os dados foram avançados esta terça-feira, em Luanda, pelo director de Anti-Pirataria da empresa de segurança de software e tecnologia dos media (Irdeto), Frinkkie Jonker.

Segundo o especialista, que falava durante um webnar organizado pela Multichoice Angola e citado em comunicado de imprensa, o fenómeno tem afectado os principais operadores de serviços de televisão no país.

A pirataria passou, desde de 2020, a ser considerado um crime informático, de acordo com o Novo Código Penal, que prevê dois anos de prisão e 240 dias de multa.

Dados do encontro apontam que existe no país uma rede organizada de piratas informáticos que disponibiliza pacotes de televisão a cabo a preços que têm prejudicado financeiramente as empresas de distribuição por satélite.

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