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TAAG desmente passageira camaronesa que diz ter sido espancada e seus direitos violados 

Por: Redacção

Imagem: D.R.

Sobre as informações que circulam nas redes sociais que dão conta da brutalidade e tratamento desumano a uma passeira de origem camaronesa, uma fonte da TAAG disse esta manhã à JdB que desconhece o assunto. Há, sim, um caso de 7 camaroneses provenientes da RDC com a rota Luanda- Brasil- Bolívia, que ficaram retidos em Luanda por falta da confirmação de visto de entrada à Bolívia.

Segundo a fonte, isto aconteceu porque a companhia Gol, no Brasil, não tinha confirmado a conexão dos passageiros e, por esta razão, a TAAG não pôde prosseguir com a transportação dos mesmos, sob risco de ser penalizada.

A denúncia da passageira é que ela ficou retida em Angola durante três dias porque a companhia aérea angolana comunicou-lhe que o voo da outra companhia, com destino a São Paulo (Brasil), não estava a trabalhar. Depois de ligar para lá, a jovem ficou a saber que a empresa não tinha falado aquilo à TAAG, e quis remarcar a viagem. 

Sentindo os seus direitos violados, a passageira decidiu começar a filmar o que estava a viver naquele instante em Angola. Esta atitude, conta, motivou o suposto maltrato e espancamento pelo pessoal da TAAG. “A equipa da TAAG a espancar-me por eu filmar para me defender. Eles estiveram aqui com a polícia a bater em mim. Ontem à noite quando eles vieram me molestar disseram que eu sou nigeriana e que estava a usar passaporte camaronês falso. Mas, como não sou camaronesa!!?”, denunciava a jovem.

À JdB, a TAAG, através de uma fonte bem posicionada, explicou que ontem os mesmos passageiros, os sete no caso, rejeitaram o voo de regresso a Kinshasa e, por essa razão, estão sob custódia dos Serviços de Migração e Estrangeiros (SME) e não da TAAG. E hoje receberam a confirmação de aceitação na Bolívia. 

“Hoje foi recebida a confirmação de aceitação na Bolívia e da Companhia GOL e então serão liberados pelo SME para seguirem viagem para o Brasil”, adianta. “Pobre TAAG sempre a ficar com as culpas dos outros!”, lamentou.

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